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A grande maioria das usinas de etanol de milho no mundo são instalações de moagem seca, as quais utilizam amido de milho para produzir etanol e coprodutos altamente nutritivos utilizados para alimentação animal, os chamados DDGS (Dried Distillers Grains with Solubles). Na FS Bioenergia tem 3 tipos de opções para a nutrição animal: FS Ouro, FS Úmido e FS Essential. Os coprodutos resultantes são ricos em nutrientes essenciais (proteína, gordura, minerais e vitaminas) concentrados em um fator de três em comparação com o milho. A linha de coprodutos da FS Bioenergia economiza os recursos do produtor ao suplementar as exigentes nutricionais necessárias dos animais e aumentar os desempenhos de ingestão dos alimentos.




O Ouro é uma excelente fonte de energia e proteína para bovinos de corte em todas as fases de produção. Este coproduto de milho é uma fonte de energia de fibra maior do que o DDGS tradicional de milho. Fornece vantagem de um risco reduzido de acidose no rúmen quando aplicada em altos níveis (20 a 30%) na ingestão total de ração seca em comparação com o milho seco laminado. O Ouro pode reduzir o custo de ração ao oferecer suporte para um crescimento ideal em todas fases do animal, melhorando o desempenho da qualidade de carcaça e da carne produzida. O Ouro também pode ser utilizado como um suplemento de energia e proteína para vacas e incluído na mistura de grãos na ração inicial de bezerros



O Ouro contém 44% de FDN - Fibra em Detergente Neutro (base de matéria seca) em comparação com o DDGS convencional, que contém 35% de FDN, permanecendo com o conteúdo semelhante de gorduras totais (6-9%). Os estudos têm mostrando que dietas com inclusão 50% de DDGS na alimentação nas matrizes de suínos no período de gestação tende a aumentar o tamanho das ninhadas durante a segunda paridade anual. Diversos outros estudos realizados mostraram que em dietas ricas em fibras, feno de alfafa e palha de trigo, para suínos gestantes ocasionou o aumento do tamanho das ninhadas no nascimento. A fibra de milho é essencialmente insolúvel, sendo similar à palha de trigo. O alto conteúdo de fibra e o baixo conteúdo estimado de Energia Metabolizável (EM) do Ouro, em comparação com o milho e o DDGS convencional, sugerem que o produto terá o melhor resultado e a melhor aplicação de alimentação na dieta de suínos gestantes e lactantes. Dietas com alta taxa de fibras para suínos gestantes também ajudam a controlar o excesso de peso durante a gravidez para alcançar as condições de corpo desejadas na parição, promovendo maior saciedade sob condições restritas de alimentação durante a gestação.



Diversos estudos e pesquisas têm demonstrado que o DDGS de milho convencional, com alta taxa de óleo (>10% de gordura bruta), pode ser adicionado em dietas de vacas leiteiras lactantes em até 20% da ingestão de ração seca com a adequada quantidade de forragem. A inclusão do DDG de milho na dieta das vacas leiteiras não afeta a quantidade de consumo dos alimentos, a produção de leite ou a porcentagem de gordura do leite e de proteínas. A fibra natural do milho que está presente no DDGS é altamente fermentável no rúmen fornecendo uma quantidade significativa de energia líquida, além de oferecer uma fonte de “fibra efetiva” em dietas de vacas leiteiras. Além disso, a utilização do coproduto Ouro, com maior teor de fibra e menor teor de óleo, permite a inclusão de taxas maiores na dieta (20 a 30%) de vacas leiteiras lactantes. Dado a redução do risco do aumento da gordura no leite em comparação com dietas contendo DDGS convencional com alta taxa de óleo. Portanto, o Ouro é uma excelente fonte de energia e de fibra em dietas de vacas leiteiras lactantes.



Perguntas e respostas

Não. O processo de destilação utilizado em usinas de etanol é muito completo, e como o álcool é muito volátil (evapora facilmente), qualquer álcool restante é perdido durante o processo de secagem usado para produzir os coprodutos da FS.
Não necessariamente. Atualmente, não existem sistemas de classificação que definem e regulam os padrões de qualidade de coprodutos de etanol de milho como os que existem para milho e outros grãos. A cor dos ingredientes de ração historicamente têm sido utilizadas como um indicador subjetivo da quantidade de danos causados por calor e, consequentemente, da digestibilidade reduzida de aminoácidos. Como resultado, a cor se tornou um fator de avaliação de qualidade para alguns compradores de coprodutos de etanol. No entanto, um coproduto com cor mais escura muitas vezes não indica a digestibilidade reduzida de aminoácidos para aves e suínos, pois a produção moderna de coprodutos e as tecnologias de secagem minimizam os danos causados pelo calor. Muitos fatores influenciam na cor dos coprodutos e, em alguns casos, coprodutos com coloração mais escura na verdade aumentam o valor nutricional. Portanto, outras medidas utilizadas em laboratórios comerciais que definem a qualidade nutricional devem ser utilizadas como uma forma mais precisa de avaliação do valor nutricional.
O teor de umidade no Ouro e no Essential geralmente fica entre 10-13%. Além disso, existe um risco mínimo de deterioração durante o transporte e o armazenamento na fazenda ou fabrica, caso tenha um vazamento de água nas instalações. O Ouro e o Essential podem ser armazenados em bags para serem misturados com as quantidades adequadas de fibras. No entanto, uma vez que o bag não é hermético pode ocorrer a compressão do DDGS. Quando misturados corretamente, o Ouro e o Essential têm boa fluidez em armazenamento, linhas de alimentação e alimentadores.
Sim. Diversos estudos realizados nos últimos anos mostram que a pigmentação da gema do ovo e da pele de aves melhora drasticamente quando os produtos de etanol de milho são adicionados à dieta. Atualmente, existem dados limitados sobre o conteúdo de xantofila no Essential, porém, a amostragem inicial indica que pode variar de 20 a 40 ppm. Embora o nível de concentração de xantofila seja significativamente menor do que o nível encontrado no farelo de glúten de milho (de 180 a 200 ppm), ele ainda contribui para uma quantidade significativa de pigmento na dieta de aves e, como resultado, menos pigmentos sintéticos precisam ser adicionados à dieta para alcançar a pigmentação desejada na gema do ovo e na pele. Isso pode representar uma economia significativa no custo da dieta.
- Contêm um valor maior de energia metabolizável, porém, O DDGS contém um teor inferior de proteína e de aminoácidos digestíveis (o Ouro contém cerca de 20% de proteína bruta, enquanto que o Essential contém 43% de proteína bruta) em comparação com o farelo de soja que contém entre 44-48% de proteína bruta. <br> - Os coprodutos da FS possuem quase o mesmo conteúdo total de fósforo encontrado no farelo de soja, mas é muito mais digestível do que o fósforo que farelo de soja e milho. Isso ocorre porque a forma química indigesta do fósforo (fitato) em milho é convertida em um fosfato altamente digestível durante o processo de fermentação para produzir etanol e coprodutos. <br> Isso resulta em uma significativa vantagem nutricional e em redução de custos para o uso de coprodutos da FS na alimentação animal já que os nutricionistas podem reduzir a quantidade necessária de suplementação de fósforo inorgânico na dieta para atender às necessidades de fósforo digestível dos animais. Além de reduzir o custo da dieta e o teor de fósforo no estrume oferece suporte a um desempenho ideal do consumo de ração para suínos e aves.
Não. Porque cada produto é formado por seu “pacote de nutriente” presente em diversas proporções e quantidades. Os três nutrientes mais caros em rações animais são energia, aminoácidos e fósforo. Dependendo dos preços relativos dos ingredientes, os coprodutos da FS substituem parcialmente algumas das fontes de energia, aminoácidos e fósforo em dietas comerciais dos animais. Em dietas típicas de milho e soja, os coprodutos da FS podem substituir parcialmente alguns dos suplementos de milho, farelo de soja e fósforo inorgânico, e a quantidade substituída depende do preço, dos métodos utilizados para a formulação da dieta e das espécies de animais que são alimentadas com estes coprodutos.

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